quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Soneto de uma desventura

O homem parece fadado ao amor
Sensação doce,bela e atrativa
Fulgaz,como pétalas de flor
Que encanta,entristece de tão viva.

Alguns então chamam-lhe desventura
Outros,por ora,de felicidade
E quando na`lma a paixão se apura
Não há razão,lógica ou verdade.

Se não cresce,então vira tristeza
Se cresce,feroz como rio decorre
E arde feliz como uma chama acesa.

Amor,resplandece,pára ou corre
E,de acordo com cada uma natureza
Um ama,este esquece,aquele morre.

Escrevi essa merda faz uns anos prum consurso de poesia...

Nenhum comentário: