quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Imortalidade

Vou arrumar outra vida
dessas que se vive
com veracidade.
Vou viver outra vida
pra ter vivencia
das coisas que me
tiram a paciência.

Vou arrumar outra vida
pra viver melhor.
Vou desencarnar
e desencanar
das coisas vivas
que essa vida nos
faz viver no dia-dia.

Vou viver outra vida
e se achar outra
não me importa quando
aos vinte ou sessenta.
Das tantas que tive
e morri,outras terei
para viver.

Quem vive,em descrença
acaba crescendo
no meio de um fim
sem começar direito.

Soneto de uma desventura

O homem parece fadado ao amor
Sensação doce,bela e atrativa
Fulgaz,como pétalas de flor
Que encanta,entristece de tão viva.

Alguns então chamam-lhe desventura
Outros,por ora,de felicidade
E quando na`lma a paixão se apura
Não há razão,lógica ou verdade.

Se não cresce,então vira tristeza
Se cresce,feroz como rio decorre
E arde feliz como uma chama acesa.

Amor,resplandece,pára ou corre
E,de acordo com cada uma natureza
Um ama,este esquece,aquele morre.

Escrevi essa merda faz uns anos prum consurso de poesia...

Sobre as coisas

Eu não tenho o menor interesse em artistas que venham a traduzir o mundo pra mim...a graça de viver é sentir as coisas e se fuder sozinho...não é sabendo oq alguém lê ou ouve que vamos entender melhor sobre viver...podemos brincar melhor...

não há mais simplicidade em viver...todos querem explicar a vida e entender sobre tudo.Sei lá,tentam ser tão reais...de real já basta a vida!!!